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Mais Beja

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21
Jun13

Duas realidade em lados opostos

Mais Beja

No Alentejo e em Beja, após o início da legislatura pelo atual Governo, nem 1 km de nova estrada ou autoestrada foram construídos, encontrando-se o IP2 e o IP8 inacabados, sendo atualmente vias extretamente perigosas, dadas as más condições de circulação. Se a construção da autoestrada a ligar Beja a Sines e à A2 é questionável, levantando muitas dúvidas e interrogações, por exemplo, ao tráfego no futuro, dado o reduzido número de pessoas e empresas que estas 2 localidades abrangem, na requalificação do IP2 e IP8, estas questões já não existem. Estas estradas são vias de comunicação de Beja ao resto do País, linhas imprescindíveis para a movimentação de pessoas e bens, de Beja com o resto do País. Sem estas 2 estradas ficamos isolados de tudo e atrasados no desenvolvimento humano, industrial e turístico.

No entanto, pagamos impostos como os restantes portugueses, sendo que vivemos atrasados face a qualquer outra região do País, com machadadas como estas que dão a Beja e ao Alentejo.

E a desculpa do Governo para a paragem nas obras tem sido o dinheiro. Mas se atentarmos bem nas últimas notícias, é possível constatar que o Governo tem dinheiro. Ora vejamos no norte do País:

 “Há um ano, o Governo comprometeu-se a acabar as obras da auto-estrada. Garantiu reservar 200 milhões de euros de fundos comunitários para  a conclusão das obras, um montante que foi assegurado no âmbito da reprogramação do QREN. “Fica o compromisso reiterado do Governo de que essa mesma obra é para avançar, é para concluir e servir as populações”, afirmou o secretário de Estado das Obras Públicas, Sérgio Monteiro, a 19 de Junho do ano passado.Fonte: Público


 

Será que parte dos deputados eleitos por nós (Mário Simões e Luís Pita Ameixa), irão suscitar este tema na Assembleia República, ou irão simplesmente ouvir e bater palmas aos disparates e mentiras proferidas pelo Governo? Continuará a região a reagir assim, impávida e serena? É preciso a mobilização de todos: presidentes de Câmaras, juntas de freguesias, agricultores, empresários, munícipes, jovens, adultos, velhos, etc. Todos numa só voz. Porque é toda a região que fica a perder, e muito!