Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Mais Beja

22
Mai15

Um outro Baixo Alentejo. Alguém viu?

A não-futura A26 (IP8).jpg

O deputado Mário Simões, eleito pelo PSD no Baixo Alentejo decidiu fazer um resumo dos últimos 4 anos, referindo que a nossa região está melhor. Aliás, “está muito melhor” segundo as suas palavras.

Melhor em quê? O IP8 e o IP2 não foram concluídos, e o seu reinício, a 4 meses das eleições legislativas – pura coincidência –, consiste em 4 ou 5 máquinas a mover terra ao longo de toda a obra.

O regadio do Alqueva não está concluído e todas as obras em curso ou concluídas tiveram o alto patrocínio da União Europeia, que obrigou o atual Governo a concluir as obras, com a ameaça de perder os fundos europeus.

A Unidade de Psiquiatria foi construída pelo anterior Governo de José Sócrates e anterior Administração da ULSBA. O atual Governo apenas foi cortar a fita de inauguração.

Em relação à paz social nas escolas que refere o deputado, cito apenas 2 notícias: “Pais de alunos fecham escola básica de Beja a cadeado em protesto” e “Santa Vitória e Mombeja contra encerramento de escolas

Aborda o turismo, cujo seu aumento se deve única e exclusivamente ao investimento de pessoas e empresas privadas, não tendo o Governo apoiado em nada. Se tivesse apoiado, teria investido o dinheiro público, por exemplo, na requalificação do Museu Regional de Beja e, como citado em cima, na requalificação das principais acessibilidades a Beja e ao Baixo Alentejo. Todo o pouco investimento na promoção do turismo foi realizado pelas Câmaras Municipais, que viram também os seus orçamentos brutalmente reduzidos.

E poderia abordar outros temas fundamenais para a região, como o aeroporto de Beja, encerramento de camas no Hospital de Beja, eletrificação do comboio entre Beja e Lisboa, etc.

Dizer que o Baixo Alentejo está melhor, é o mesmo que a “irrevogável” demissão de Paulo Portas. A realidade desmente as palavras.

21
Mai15

Campanha legislativa ou desfile de demagogia?

Destruição.jpg

 

Os políticos discursam nas televisões, rádios e jornais, para realizar uma campanha eleitoral, séria e honesta ou para participar num concurso de promessas enganadoras? Todos prometem baixa de impostos, emprego e mais apoios sociais. Pergunto: como? O PSD e CDS-PP já demonstraram daquilo que são incapazes, nunca tendo cumprido o que prometeram em 2011. E mesmo após a saída da troika, o “problema” do Governo, nada mudou na política de austeridade. Já o PS, quer dar tudo a todos, quando o país não tem dinheiro.

Irão os políticos submeter o povo, novamente, a mais 4 anos de juras não cumpridas?

 

Nota final: Para comprovar que somos um país de malandros e chicos-espertos, o Governo português deu um bónus fiscal de 240 milhões ao antigo BES. Os reguladores e a Justiça dos EUA multaram os seis maiores bancos do mundo em 5,7 mil milhões de dólares (5,1 mil milhões de euros).

11
Mai15

Canteiros vazios por toda a cidade

Canteiros.jpg

Por toda a cidade de Beja existem vários canteiros vazios, sendo apenas local para os cães deixarem as suas fezes ou cidadãos colocarem o lixo. Seria benéfico que os serviços da câmara percorressem a cidade e preenchessem os canteiros. Mais árvores plantadas na cidade tornaria a cidade mais agradável, saudável e haveria mais sombra, logo agora que está a chegar o sol e as temperaturas altas. E tudo isto, sem gastar muito dinheiro uma vez que os canteiros já existem e a estufa da Câmara Municipal de Beja tem muitas árvores prontas a plantar, como é possível observar quando se passa junto à mesma.

06
Mai15

Dias esquizofrénicos

Logo PSD.jpg

Em poucos dias, Passos Coelho elogiou Dias Loureiro, que representa o pior da política e do país, visto ser um homem que subiu na vida graças ao nepotismo entre negócios e Estado.

Revelou total deslealdade para com o parceiro de coligação (Paulo Portas/CDS-PP), hoje e no futuro, queimando-o em praça pública.

E defendeu, após anos duros de austeridade, sofrimento nas famílias e destruição na economia e, tendo sido demonstrando que as medidas foram abusivas e tiveram efeitos negativos nos países por todas as instituições internacionais, que, se for necessário, adotará novas medidas de austeridade para manter o défice dentro dos limites, como se uma nação e o seu povo dependessem disso como de água e pão.

Após 4 anos, não estamos bem. Nem vamos ficar bem.