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Mais Beja

27
Nov15

Buracos e mais buracos na cidade de Beja

Mais Beja

Rua de Beja.jpg

Um pouco por toda a cidade há buracos que crescem como cogumelos ao longo do asfalto, com certas artérias da cidade em péssimo estado de conservação, que agravam com a chegada da chuva.

E não, não falo das obras recentes de renovação de ruas e estradas que felizmente estão a acontecer em 2 ou 3 locais específicos. Falo dos buracos que foram abertos pelas empresas de gás para colocar condutas de gás, mais tarde foi a EMAS, ao reformar as condutas de água e, mais recentemente, a empresa de telecomunicações da NOS para colocar a fibra ótica na cidade. Não crítico as obras, que sem dúvida, melhoram a qualidade de vida de todos nós. Crítico é o facto de as obras não serem todas feitas na mesma altura e de uma só vez, permitindo poupar tempo, dinheiro e transtorno aos munícipes e de a repavimentação não ser devidamente feita, que passado pouco tempo, voltam a abrir.

Há também o problema dos passeios e calçadas que ficam com buracos e declives acentuados, ora pela abertura de buracos, ora pela força das raízes das árvores e ninguém – a Câmara – faz nada para reparar o pavimento.

Como tal, para bem da circulação de pessoas e veículos, urge arrancar com as obras de reabilitação por toda a cidade

 

E como direito para todos os munícipes, se ocorrer uma lesão ou acidente e a culpa do município resultar da certeza de que tenha havido uma violação do dever de vigiar a via e de sinalizar o perigo inerente à presença do buraco [artigo 483.° do Código Civil], a Câmara é obrigada a indemnizar os lesados.

13
Nov15

Com políticos antigos não haverá políticas novas

Mais Beja

Destruição.jpg

 

O que esta “novela” pós eleições revela é que os políticos não querem o progresso do país e o bem-estar das pessoas. Querem governar, ponto final.

José Seguro perdeu as eleições europeias e foi expulso de líder do seu partido. António Costa perdeu as eleições legislativas - que são as eleições mais importantes -, e quer continuar por lá, como líder, enquanto faz a fraude de querer governar quando não ganhou as eleições.

Depois há a coligação PSD e CDS, que pretende mudar no último minuto da partida as regras do jogo, ou seja, mudar a Constituição da República, para ir novamente a eleições e “queimar” António Costa em praça pública devido à sua sede de poder. Na dúvida, se há ou não eleições, já entraram em campanha eleitoral, divulgando não o que pretendem para o país e para o povo, mas pregar avidamente para todos os lados o “amuo” que é ganhar e não governar.

Mais absurdo é o facto do programa eleitoral do PS e da coligação PSD-CDS serem muito semelhantes, divergindo apenas na forma e no espaço temporal em que são aplicadas as medidas. Ao contrário da esquerda radical, totalmente desligada da Europa, comunidade em que estamos inseridos, felizmente!

Estas últimas 4 semanas revelam o que é a política: um jogo de calculismos, golpes, falsidades, mesquinhez, irresoluções, em que todos querem governar, mas só um o pode fazer, sendo esse o grande problema para os políticos em Portugal. Porque se todos tivessem o “lugarzinho” nada disto acontecia.

Mas, como em todas as eleições, há vencedores e perdedores, e não saber lidar com isso é um presságio muito arriscado para o país e para futuro. Além disso, revela a falta de qualidade e serviço público da nossa classe política, que mais parecem crianças que acabaram de perder o jogo de futebol do bairro, em que uns ficam de beicinho e outros, “mais espertos”, tentam burlar o resultado do jogo.