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Mais Beja

27
Fev17

Executivo de Beja esqueceu-se dos monumentos?

Se esta publicação fosse uma notícia ao estilo do Correio da Manhã, poderia ter como título: “Câmara de Beja afugenta turistas”. Mas como este blogue pretende ter mais qualidade que o CM, coloco um título menos chocante.

O assunto da ausência de promoção e estratégia do turismo na cidade de Beja já foi abordado em anteriores publicações no blogue. Hoje, para evidenciar este erro monumental, publico fotos e factos para demonstrar o completo afastamento do atual e anteriores executivos camários no que se refere a uma estratégia de atração de turistas na cidade de Beja.

 

PRAÇA DA REPÚBLICA (piso degradado, sinalizado com separadores temporários de obras de estrada)

Praça de Beja.jpg

 

MUSEU JORGE VIEIRA – CASA DAS ARTES (fechado ao domingo, quando no próprio site da Câmara Municipal está descrito que o museu fecha apenas à 2ª feira, como pode ser visto AQUI, e parte do nome do museu não apresenta algumas letras)

Museu Jorge Vieira.jpg

 

IGREDA DO SALVADOR (fachada danificada e fechada ao domingo de tarde e dias de semanas, não sendo, neste caso, responsabilidade de Câmara, mas deixa uma imagem negativa da cidade)

Igreja Salvador.jpg

 

ERMIDA DE SÃO PEDRO – Estrada de Serpa (sinais de abandono, não havendo sequer uma placa com o nome da ermida, apresentando sinais óbvios de esquecimento e deterioração)

Ermida São Pedro.jpg

 FOTOS: MAIS BEJA

De que estamos à espera? De mais aldeias e vilas em redor do concelho consigam atrair turistas e negócios, enquanto Beja afugenta, remetendo-se ao esquecimento? Não será hora de a cidade investir tempo e dinheiro no maior negócio do mundo, o turismo, e com isso obter os benefícios sociais e económicos que outras cidades de Portugal já usufruem?

16
Fev17

Cidade de Beja sem estratégia para o turismo

Beja Turismo riscado.jpg

 

Portugal vive momentos de euforia em torno do turismo, com o nascimento de inúmeras atividades ligadas à hotelaria, restauração, lazer, cultura e serviços, com enorme impacto económico no país e nas cidades.

Em Beja, há falta de uma estratégia em termos turísticos, que se reflete na inexistência de um plano integrado, numa nítida ausência de promoção, atração e gestão dos equipamentos históricos existentes.

Mértola, “Vila Museu”, como é conhecida, tem um site específico para a promoção do turismo no concelho, (Visit Mertola), com informação completa e atraente sobre a vila e seus museus, hotéis, restaurantes, eventos anuais, mapas, fotografias, etc, encontrando-se em várias línguas (Espanhol e Inglês). Num país, em que cada vez mais as cidades e vilas apostam no turismo, como motor de desenvolvimento social e económico, através de negócios hoteleiros, restaurantes, lojas, aumento do número de visitas aos museus e outras atrações, a cidade de Beja, continua alheada, por culpa própria e dos seus governantes.

A informação turística da cidade, encontra-se no site (geral) da Câmara, contendo informação básica, dispersa, disseminada por vários subsites e documentos em formato PDF e desatualizada, com fotos sem qualidade, e apenas em língua portuguesa, incapazes de atrair quem quer que seja.

Questiono o porquê dos bejenses e políticos locais implorarem a vinda de turistas através do aeroporto de Beja, como se isso se fizesse através de Decreto-Lei ou algo do género, quando nem temos um site específico, com toda a informação para quem no visita e em outras línguas? Dói-me dizer isto, mas é a realidade.

13
Fev17

Museu Regional de Beja visto em 360º

museu_regional_beja2.jpg

 

Christopher O'Grady produz fotografias de 360º e tours virtuais, e divulga para todo o mundo. No seu site, é possível ver duas salas do nosso museu, numa visita espectacular em 360º. Clique AQUI para ver.

"O Real Mosteiro de Nossa Senhora da Conceição ou Real Mosteiro de Nossa Senhora da Conceição foi fundado na segunda metade do século XV. A Igreja de Nossa Senhora da Conceição, com uma só nave, é revestida com esculturas douradas dos séculos XVII e XVIII. A capela posterior ou "Sala do Capítulo" é revestida com azulejos do século XVI em estilo mourisco. Estas telhas são uma das colecções cerâmicas mais importantes deste tipo em Portugal. Acima dos painéis de azulejos são observadas as pinturas semicirculares de tempera que aludem a temas religiosos (São João Batista, São João Evangelista, São Sebastião, Santa Clara, São Francisco de Assis)."

06
Fev17

EMAS e a qualidade da água

aguaspublicasalentejo.jpg

Por toda a cidade, a população refere que a água fornecida pelas empresa públicas, a EMAS e Águas Públicas do Alentejo, proveniente da barragem do Roxo, não tem qualidade para ser consumida, não devendo ser bebida ou usada na alimentação. É errado. A água tem qualidade, uma vez que cumpre todas as regras de qualidade e segurança nacionais e europeias. A água da rede pública tem um sabor mau. E isso são coisas diferentes.

Há o mito, que a água não tem sabor. A água tem sabor devido às suas características únicas de ph, minerais, etc, que dão sabor ao líquido.

Atualmente, em que cada vez mais se fala de sustentabilidade, proteção do ambiente e poluição em excesso, seria vantajoso a correção dessa situação, uma vez que praticamente todas os habitantes no concelho preferem beber água do “garrafão”, ou seja, comprada nos supermercados. Esta acção, tem um impacto brutal no ambiente, uma vez que implica o engarrafamento de água em recipientes de plástico, o seu transporte em camiões e o lixo produzido, que depois de se consumir, muitas vezes, a embalagem de plástico nem vai para a reciclagem. Se todos bebêssemos água da torneira, seria possível poupar dinheiro e o ambiente.

 

Se beber 2 litros de água da torneira por dia, ao fim de um ano gasta a quantia irrisória de 1,75€/ano. Um garrafão de 5 litros, custa 1,5€.

Veja-se o caso da cidade de Lisboa:

FAZ PARTE DE SI ... é a nova campanha da EPAL de incentivo ao consumo de água da torneira

EPAL Lisboa.jpg