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Mais Beja

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05
Dez18

Orçamento Geral do Estado de 2019 para Beja

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Portugal é um país pobre, sufocado pela incapacidade de dar passos cruciais para o seu desenvolvimento e progresso, que se tornam inexistentes para quem vive no interior do país. Os políticos só fazem obra onde há votos, muitos votos. Beja e o Alentejo nunca oferecerão isso aos políticos.

Olhando para o Orçamento de Estado de 2019, escrito, apoiado e votado favoravelmente pelo partido que mais defende o Alentejo, o PCP (além do Bloco de Esquerda, mas este não tem expressão local), assistimos a uma total ausência de medidas de apoio ou investimento para Beja ou Baixo Alentejo. As principais medidas reivindicadas pela sociedade bejense são óbvias, uma vez que afectam a todos: pessoas, famílias, empresas e estudantes, continuam sem investimento. E estas são:

  • Ampliação do hospital de Beja: Sem financiamento (apenas intenções).
  • Incentivos e apoios para médicos trabalharem no interior do país (Baixo Alentejo): Sem financiamento.
  • Eletrificação e melhoria do material circulante (carruagens) da linha de comboio Beja - Casa Branca: Sem financiamento (apenas intenções).
  • Conclusão da autoestrada entre Santa Margarida do Sado e Beja: Sem financiamento.
  • Requalificação do principal museu da cidade (Museu Regional de Beja): Sem financiamento.
  • Apoio a empresas privadas para investirem no aeroporto de Beja: Sem apoio ou incentivos.

(Pode consultar o documento do Orçamento de Estado para 2019 no Diário da República Eletrónico).

 

No mês de julho deste ano tivemos o líder do Partido Socialista, Carlos César, a dizer que as propostas tinham sido ouvidas e iam ser transmitidas ao Primeiro-Ministro. Pelo vistos ficou apenas pelo ouvir uma vez que nada foi realizado.

A culpa não é apenas dos políticos. É nossa, eleitores, porque elegemos estes políticos que prolongam a ausência de prosperidade e o abandono das pessoas e da região. O problema não é só no presente. Também é no futuro, uma vez que os partidos de extrema (esquerda ou direita) chegam sempre quando algo não funciona.

O Governo exige muito (impostos), mas dá pouco.